Quem não lembra da propaganda em que o GUGA jogava tênis com DENILSON? Parece incrível, mas naquele momento, o tênis estava se tornando um esporte popular no Brasil.
Tri-Campeão de Roland Garros; embates sensacionais com grandes astros das bolinhas como Peter Sampras e André Agassi...nossa como era prazeroso ficar por duas horas diante da TV vendo nosso Manezinho da Ilha com seus gemidos característicos, fazendo história num campo que nunca foi nossa praia, que me perdoem Thomaz Kock e Carlos Alberto Kirmayr, grandes jogadores nos idos de 70 e 80 mas que nunca foram além de um 24ª e 32ª posição respectivamente no ranking da ATP.
Não podemos nos esquecer ainda de nosso querido Fernando Meligeni, o Fininho, argentino de nascimento e brasileiro por afinidade (naturalizou-se em 1990), que além de ter alcançado a 25ª posição no ranking na década de 90, ganhou notoriedade por seu jeito espalhafatoso de jogar e pelo grande carisma e simplicidade, coisa incomum no mundo do tênis.
Muito bem, o que houve com o tênis brasileiro? Hoje não sei dizer ao certo quem são nossos jogadores melhores rankeados. Será o Bellucci? Ricardo Mello? Quem ainda joga e quem já parou?
Em tempo: Maria Esther Bueno, se inseriu na história como uma das maiores tenistas que o mundo já conheceu. Número 1 do mundo em 1959 e 60. Colecionou nada menos do que 589 títulos internacionais em 20 anos de carreira incluindo o tri-campeonato de Wimbledon (1959, 60 e 64).
Volto a pergunta que não se cala: O QUE ACONTECEU COM O NOSSO TÊNIS?

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